3 de setembro de 2013

Sinta saudades sim... Mas viva!

Sinto saudade dos tempos que quase não existem mais. Saudades de ver crianças brincando e aprendendo com seus pais, valores que serão significativos em suas vidas. Valores esses um pouco esquecidos hoje. Valores como honestidade e dignidade. Saudades de ver pais dispostos a enfrentar tudo para ver suas crianças se tornarem jovens e adultos honestos, íntegros e de caráter.
Pais que não se importam apenas com eles, e sim com seus filhos, dando-lhes Amor, atenção, carinho, ensinando-os o que é respeito e a serem verdadeiros. Se houvessem mais diálogos onde fossem passados cuidados tais como esse, que eles encontrarão pessoas que estarão dispostas a todo custo, a roubar seus valores e que eles jamais deverão permitir isso, sempre se mantendo na justiça, muitos hoje, seriam pessoas de bem.

Sinto saudades de quando a palavra esperança encantava o olhar de quem, por algum motivo, se entusiasmava de felicidade com algo que lhe poderia ou não, acontecer. Saudades de pessoas que estariam dispostas a tudo para conseguir realizar seus sonhos, sempre se mantendo no caminho certo sendo honestas, e esperando o tempo certo, seja para agir ou para que algo aconteça. Pessoas que eram felizes só de olhar outros felizes e poder partilhar tal felicidade. Essas sim sabem o quão valioso é poder partilhar um pouco de seus sorrisos, sua felicidade, seus encantos com pessoas que não tem maldades no coração. Que sabem se colocar no lugar do outro. Sim, seres empáticos e sempre amáveis uns com os outros.

Sentir saudades é bom sim, mas acima desse sentir, deve-se ter a cautela de jamais permitir que elas morram e sim que sejam cada vez mais fortalecidas com Amor, carinho, respeito e todos os valores possíveis para que não só nessa, mas também, na futura geração tenhamos cada vez mais, pessoas de bem, dispostas a ajudar, a amar, a perdoar. Pois não é só de saudades que as famílias vivem. Se não houver um pouco do que foi citado acima, elas apenas existirão e um dia ao morrerem, olharão para trás e verão que, ao perder tempo vivendo só de lembranças, esqueceram-se de dar vida a vida e viver.

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